Anabolizantes

Na tentativa de remodelar o corpo e ganhar mais força e resistência muscular, algumas pessoas acabam aderindo ao uso dos anabolizantes, também popularmente apelidadas de “bombas”. O medicamento, que apesar de proibido, tem sido bastante utilizado, em particular nas academias de ginástica, sendo muito compartilhado e oferecido por entre os alunos; principalmente os das aulas de musculação. Considerado um problema de saúde pública, seu uso indiscriminado pode levar a danos irreversíveis ao corpo, ou mesmo à morte.

Substâncias sintéticas similares aos hormônios sexuais masculinos, os anabolizantes, são assim chamados por promoverem justamente um efeito anabolizante, ou seja, aumento da massa muscular e também o desenvolvimento de características masculinas. Por aumentarem a absorção de proteínas no corpo e retenção de líquidos, provocam o inchaço dos músculos e aumento da massa corporal. São tomados por via oral (através de cápsulas e tabletes) ou injetados no músculo.

Os esteróides anabolizantes começaram a ser difundidos no mundo fitness em 1930, por alguns fisiculturistas e atletas que buscavam um rápido desenvolvimento muscular e melhor desempenho nas competições. Contudo, com o tempo esses medicamentos irregulares passaram a ganhar todo tipo de usuários; frequentadores de academias, adolescentes, esportistas amadores e mulheres.

Alguns países já proibiram terminantemente o uso indiscriminado do medicamento.  Como é o caso dos Estados Unidos, onde os anabolizantes só podem ser vendidos com receita médica. A Suécia é outro país onde esse assunto é tratado de maneira estritamente rigorosa. Nele, o problema é encarado com tamanha seriedade que os usuários dos anabolizantes são encaminhados para tratamentos normalmente utilizados nos viciados em drogas.

Embora sejam extremamente perigosos, se utilizados para fins inadequados a sua real indicação, os anabolizante tem um importante papel auxiliar na medicina; sendo recomendados para tratar de casos como osteoporose, deficiência de crescimento, problemas hormonais masculinos, dentre outros. Entretanto, nestas situações, a ministração das drogas é feita em doses terapêuticas e demandam sempre de prescrição médica para serem adquiridas.

 

Por Malanny Serejo

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