Como Acertar na Escolha da Cor do Cabelo

Mude a cor dos cabelos sem errar

Os cabelos são sagrados para a maioria das mulheres. Há quem não tenha medo de arriscar na mudança do visual, seja com um corte ou uma coloração arrojados. Mas também existem mulheres, as quais chamamos de “clássicas”, pois para elas, o cabelo castanho e longo, por exemplo, será o visual para a vida toda. Ela pode realizar às vezes pequenas modificações, como delicados cortes ao longo da vida. Nada de radicalizar muito, como tornar-se loira ou ruiva. O clássico para ela está ótimo.

Porém, se você não é clássica, mas também não quer fazer nenhuma loucura com as madeixas, veja as dicas de como escolher a cor ideal para tingir os cabelos, levando em consideração o tom de sua pele e também dos olhos.

Preto – em primeiro lugar é importante destacar que o cabelo completamente preto não fica bem em pessoas de pele muito clarinha, a cor deixa o visual muito pesado. O tom é mais de adequado para as morenas ou negras. É a melhor cor para estas mulheres acertarem no cabelo com simplicidade.

Loiros – é possível sim uma morena tornar-se loira sem fazer feio. Se esta for a sua escolha, prefira um loiro escuro, para não ter um resultado muito artificial. Se você tem olhos claros e a pele levemente bronzeada ou clarinha, escolha, para o primeiro caso, os tons de loiro que tendem para o dourado; já se você for bem branquinha, prefira os tons de bege e fuja dos acinzentados para não envelhecer.

Vermelhos – as ruivas, geralmente, são mulheres mais atrevidas, que não têm medo de arriscar no novo. Os tons avermelhados casam muito bem com peles clarinhas e com sardas.

Castanhos – aqui a variação dos tons é enorme, podendo passar pelos acobreados ou tons de mel. Para quem tem um cabelo castanho escuro natural, uma maneira de dar leveza ao visual é clareando os fios em poucos tons. Procure fazer mexas, desde a raiz ou somente nas pontas, em tons de mel ou acobreado, elas cabem também para as mulheres de pele negra. Tons de chocolate também ficam muito bem nos dois casos.

 

Por Ingrid de Castro

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