Frutas Oleaginosas

Embora no Brasil elas apareçam com maior frequência apenas em dezembro (enfeitando a mesa e sendo base de deliciosas receitas de festas de fim de ano, principalmente as natalinas), as frutas oleaginosas são muito valorizadas pelos nutricionistas. Fazem parte do grupo das frutas oleaginosas: as nozes, avelãs, amêndoas, castanhas do Pará, castanhas de caju, macadâmias, dentre outras.

As amêndoas e avelãs, por exemplo, são fontes de vitaminas E, B1, cobre, zinco, magnésio, proteínas, fibras, gordura não-saturada e benzaldeído – ingrediente que remove os radicais livres das células e diminuem em 50% as chances de problemas cardíacos. As castanhas por sua vez, protegem o sistema cardiovascular, aumentam a imunidade, o bom colesterol (HDL), é antiinflamatória, cicatrizante, e deixa cabelos e pele mais bonitos. Já as nozes, possuem boa concentração de vitamina E, potássio, além de serem ótimas fontes de proteína vegetal.

Importantes na alimentação, elas contém gorduras mono e polinsaturadas (gorduras boas), que nutrem efetivamente o corpo, previnem doenças cardiovasculares, sendo responsáveis pela diminuição do LDL- colesterol (colesterol ruim) e pelo aumento do HDL-colesterol (colesterol bom).

Outro fator benéfico é ela está diretamente relacionada a redução de peso, podendo ser utilizada como coadjuvante em uma alimentação hipocalórica (com fim emagrecedor). Por agirem diminuindo a circunferência abdominal e gordura total. Porém, deve-se destacar que as frutas oleaginosas possuem alto valor calórico e seu consumo precisa ser moderado.

A quantidade recomendada equivalente a 85g por dia, e suas atribuições ao organismo vão mais além; As frutas oleaginosas são também riquíssimas em nutrientes – proteínas, fibras, selênio, cálcio, ferro, potássio, zinco, vitamina E, ácido fólico e magnésio.

Por Malanny Serejo

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