Hemorróida – sintomas e prevenção

hemorroida

Quem sofre com Hemorróida sabe a dor e o incomodo que é , alem de  demorado o tratamento quando a crise realmente esta forte.

A hemorróida, apesar de comum, ainda é um assunto considerado tabu, pouca gente procura ajuda médica, com medo dos exames e com vergonha de assumir o problema. Por não ser um assunto fácil de comentar, a falta de informação também prejudica o tratamento e as receitas caseiras acabam predominando.

Os males da hemorróida: as dores, o sangramento e grande incômodo fazem da doença uma companhia chata e persistente. As veias dilatadas, que ficam salientes no ânus, são o sintoma mais conhecido das hemorróidas. Podemos compará-las às varizes, que também dilatam as veias, só que nas pernas.

Da mesma forma que as veias das pernas, as do ânus existem naturalmente. O problema surge quando o calibre dos vasos assume proporções exageradas, gerando o inconveniente. Fezes ressecadas e muito esforço na hora de ir ao banheiro estão entre as principais causas do problema. Por isso, quem sofre com o intestino preso tem mais chances de penar com a dilatação e tambem sofrer com hemorroidas.

O paciente  as vezes não chega a sentir dor, mas pode perceber que há algo errado quando nota sangramento após a evacuação. Percebendo a recorrência deste sinal, é preciso buscar ajuda de um proctologista.

Ele  examinara a região afetada, o médico receitara as pomadas necessárias para que as dores desapareçam. No exame, há uma inspeção do ânus, para detectar a gravidade do problema antes de receitar qualquer medicamento.

Tome cuidado com a alimentação porque com isso pode evitar as crises, já que a pressão na hora de ir ao banheiro será menor, diminuindo a dilatação das veias.

Quem trabalha muito tempo sentado também deve reservar alguns minutos para caminhar ao longo do expediente, aliviando o peso que permanece horas concentrado no quadril e, portanto, dificultando a circulação de sangue no ânus. Cuidar bem da higiene local não afasta o risco de hemorróidas, mas contribui para prevenir o aparecimento de infecções.

A área é, naturalmente mais sujeita à contaminação e, com as feridas, os microorganismos caem facilmente na corrente sanguínea. O excesso de atrito com o papel higiênico também é prejudicial. Por isso, o melhor é sempre se lavar com água e sabonete.

O tratamento clínico envolve dieta que contribua para uma manutenção das fezes com consistência pastosa, banhos de assento, pomadas anti-inflamatórias e analgésicas , e higiene com água e sabão neutro. Comer muitas fibras e beber, ao menos, 2 litros de água por dia é fundamental.

O tratamento cirúrgico, que acontece nos casos mais graves, pode incluir crioterapia que é com gelo, ligadura elástica, injeções esclerosantes, remoção das hemorróidas e trans-secção da mucosa.

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