Herpes Labial – Como Evitar

Infecção causada pelo vírus chamado Herpes Simplex Virus, o primeiro contato com esse vírus, na maioria das vezes, acontece na infância, entretanto, não é nessa fase onde a doença costuma se manifesta, e sim da adolescência para a fase adulta. O herpes labial aparece da seguinte forma: primeiro atravessa a pele e, percorrendo um nervo, o vírus se instala no organismo de forma permanente e silenciosa, até que um dia vem a ser reativado.

Sua reativação pode ocorrer devido a diversos fatores: exposição à luz solar intensa, fadiga física e mental, estresse emocional, febre ou outras infecções que diminuam a imunidade do organismo.

Algumas pessoas têm maior possibilidade de apresentar os sintomas do herpes labial. Já outras, mesmo entrando em contato com o vírus, nunca apresentaram a doença, devido a imunidade nelas ser mais elevada e não permitir que a doença se desenvolva.

Os sintomas variam entre coceira, ardência no local, e formação de pequenas bolhas agrupadas em forma de buquê, deixando a boca avermelhada e inchada. Quando as bolhas rompem-se, elas liberam líquido que é rico em vírus e formam uma ferida. Essa é fase mais perigosa, de transmissão e contagio do herpes labial. Após isso, a ferida começa a secar formando uma crosta, dando início à cicatrização. A doença pode durar, em média, 5 a 10 dias.

O tratamento do herpes labial deve ser feito logo que se inicie o surto e apareçam os primeiros sintomas, para que a doença tenha menor intensidade e duração. Devendo sempre ser orientado pelo dermatologista. Que poderá indicar, dependendo da intensidade da doença, medicamentos de uso tópico – na forma de cremes ou soluções -, de uso via oral, na forma de comprimidos, ou por meio de vacinas, também demonstram bons resultados no tratamento do herpes.

Durante o tratamento evite: furar as bolhas; beijar ou falar muito próximo de outras pessoas; E procure lavar bem as mãos após manipular as feridas. Desse modo, a virose não é transmitida também para outras áreas de seu próprio corpo – mucosas oculares e genitais.

Por Malanny Serejo

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