Informações sobre a gravidez psicológica e quem pode desenvolver

A gravidez psicológica é um fato que gera ainda muitas dúvidas na maioria das mulheres, principalmente por não ser um tema tão debatido e comentado. Este fenômeno é natural e, por isso, não pode ser evitado. A única coisa que pode ser realizada é um acompanhamento da mulher que apresente os sintomas possíveis para o desenvolvimento desse problema.

 

Quem Corre o Risco da Gravidez Psicológica 1

Em geral, a mulher que acaba desenvolvendo a gravidez psicológica possui, no seu interior, um grande desejo pela gestação, algo tão imenso e importante que acaba passando do ponto normal e se tornando uma obsessão, o que gera a gravidez psicológica. O fenômeno nada mais é do que uma ânsia pela gestação, a qual faz com que a mulher sinta todos os sintomas e sinta, mentalmente, que está esperando um bebê, no entanto, qualquer exame laboratorial indique o contrário.

A mulher que passa pela gestação psicológica apresenta alguns sintomas, entre eles: falha no ciclo menstrual; ganho de peso; volume na região abdominal; amolecimento do colo do útero; além de enjoos e sensação de dor nos seios. Os sintomas tendem a ser os mesmos desenvolvidos em uma gestação normal, inclusive a mulher pode até sentir uma movimentação abdominal, como se fosse o feto.

O fenômeno da gravidez psicológica está mais propenso a ser desenvolvido por mulheres com idade entre 20 e 30 anos, especialmente aquelas que são profissionais que lidam com a intelectualidade, ou, ainda, que sejam sustentadas pelos maridos. Estes fatores costumam ser considerados de risco para essa o desenvolvimento do problema. E caso isso venha a ocorrer, o apoio da família é extremamente importante.

Para tentar evitar o problema é preciso avaliar todas as chances e sinais que esta mulher dá quanto às possibilidades de desenvolver este tipo de gestação. Geralmente o desejo e a dificuldade para engravidar costumam ser frequentes nestas mulheres. A melhor solução possível é buscar um acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, pois a terapia tende a ajudar muito nesse processo, seja por precaução ou por tratamento após a gestação psicológica.

Em alguns casos deste tipo de gravidez, em vez de a mulher ser francamente avisada que a sua gestação é apenas um fator psicológico, os familiares com o apoio médico preferem noticiar que houve um aborto espontâneo, o que pode ser útil para evitar demais complicações emocionais. Esta é uma decisão complicada, mas sempre deve ser acompanhada de um profissional que entenda as suas causas e efeitos.

 

Por Íngrid de Castro

 

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