Qual o Limite para o Ciúme

Ciúme tem limite

Uma pontinha de ciúme pode parecer demonstração de amor e muitas vezes é. Mas isso só é legal quando acontece na brincadeira, com risada, com deboche. Muitas pessoas precisam sentir que a outra tem ciúme para saber que realmente é amada.

Amor e controle são duas coisas bem diferentes. Uma coisa é você sentir ciúme porque seu namorado ou namorada saiu com os amigos e estará disponível para quem sabe alguém se aproximar dele com segundas intenções. Isto é quase inevitável, a mente é inimiga do coração muitas vezes, pois faz planos mirabolantes, quando muitas vezes não existe nada. Mas outra coisa é você impor que essa pessoa não pode ir a lugar algum sem estar na sua presença. Nenhum casal nasceu colado.

Nestes casos, o ciúme se torna um problema por que todo mundo precisa respirar um pouquinho sozinho. Sair com as amigas/amigos faz falta, assim como sair sozinho. Muitas pessoas gostam de ter o seu momento de privacidade. E nem sempre isto é possível.

O ciúme extrapola seus limites quando isso acontece, quando o outro sufoca, quando o outro superprotege por medo de perder. Não é assim que a vida funciona. As pessoas precisam confiar em si para confiar em outras pessoas depois. A liberdade também faz parte de uma relação.

Respeitar o espaço do outro é essencial. Ciúme bobinho de quem brinca de não desgrudar do parceiro/parceira é normal, mas controlar seus passos é obsessão. A conversa entre o casal é a primeira coisa a fazer. Colocar a confiança em pauta pode definir o fim dessa situação.

 

Por Ingrid de Castro.

 

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