Rinoplastia – nariz perfeito!

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A Rinoplastia – a famosa plástica de nariz é a mais procurada das plásticas de embelezamento entre homens e mulheres mas antes de entrar em uma cirurgia devemos sempre ler sobre tudo o que acontece, e principalmente a escolhe de um ótimo cirurgião é o mais importante dos passos.

As cirurgias nasais incluindo a rinoplastia (plástica de nariz), não devem piorar a função respiratória do paciente.

Todos os pacientes que desejam fazer uma rinoplastia, devem ser avaliados quanto a sua função respiratória.

Na maioria dos casos de plástica nasal, o nariz será diminuído, em geral em tamanho e também com estreitamento de válvula nasal (afinamento da ponta) o que já provoca uma diminuição da área inspiratória e pode provocar obstrução nasal.

Na atualidade, temos exames diagnósticos como a videoendoscopia nasal e se necessário a tomografia de seios da face para avaliar bem a relação da função com a estética, antes de decidir qual técnica cirúrgica utilizar e o quanto poderemos modificar.

Uma avaliação clínica e laboratorial pré-operatória é fundamental para estabelecer se o paciente está em boas condições para submeter-se a um procedimento anestésico e cirúrgico.

A rinoplastia pode ser para diminuir ou aumentar o nariz, corrigir desvios, alterar a forma e a posição da ponta.

O tratamento cirúrgico, na imensa maioria das vezes, não deixa cicatrizes externas, sendo que os cortes, em geral, são feitos na parte interna do nariz. A pele é descolada das cartilagens e do osso e estes são tratados. No final a pele se acomoda à nova estrutura. Algumas vezes pode ser necessária a utilização de enxertos de osso ou cartilagem da própria pessoa para melhor moldar o nariz. Os pontos são todos internos e normalmente não precisam ser removidos.

A anestesia pode ser local, local com um anestesista propiciando uma sedação, ou geral. A escolha do método de anestesia, sempre em comum acordo com o anestesista, levará em consideração o tamanho da cirurgia, as condições clínicas e psicológicas do paciente. Apesar de poder ser realizada em caráter ambulatorial (alta hospitalar logo após a recuperação da anestesia) é mais seguro e cômodo para o paciente permanecer a primeira noite no hospital (24 horas de internação).

O paciente fica com um curativo, esparadrapo de papel (micropore) e uma proteção de gesso, plástica ou de metal, por um período de 7-10 dias. Quando não é feito nenhum procedimento associado, no septo ou cornetos por exemplo, normalmente não é necessário utilizar tampões nasais.

Os cuidados pós-operatórios variarão segundo a magnitude dos procedimentos efetuados. Sempre haverá um inchaço, maior nos primeiros 2 dias, que gradativamente vai diminuindo. Em geral 7-10 dias é o tempo suficiente para o paciente retornar às suas atividades sociais e laborais. É importante ressaltar que as alterações de cicatrização e acomodação dos tecidos em seu novo local seguem por mais algum tempo. Pelo menos três meses são necessários para se observar o resultado final do tratamento.

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