Síndrome do Pânico – Sintomas e Tratamento

Chamada pelos psiquiatras de transtorno do pânico, a síndrome do pânico, é uma enfermidade definida pela ocorrência de crises totalmente inesperadas de muito medo e desespero. Onde se tem impressão de que vai morrer naquele momento de um ataque cardíaco, pois o coração dispara, e a pessoa sente falta de ar e apresenta sudorese abundante.

Durante a síndrome, o indivíduo sofre do início ai fim da crise, pois não faz a menor idéia de quando elas ocorrerão novamente. Se dali a sete minutos, uma semana ou cinco meses. Fato que acarreta em extrema insegurança com relação a si mesmo, e o que possa (na imaginação dele) acontecer de ruim.

Comprometendo seriamente a qualidade de vida do portador da síndrome do pânico.As mulheres são as mais propensas a desenvolver o transtorno, na proporção de 2 para 1 em relação aos homens. A doença costuma aparecer no final da adolescência e início da juventude, contudo, pode ocorrer em qualquer idade.

O medo e a ansiedade frequentes, geralmente aparecem a partir da primeira crise, e tendem a piorar se não tratadas logo. Sendo comum, o medo e a ansiedade antecipatória de ter outra crise parecida ou uma ainda pior, além do medo de sentir medo, onde a pessoa passa a restringir alguns locais ou situações que possam colocá-lo novamente em pânico, atrapalhando seriamente a vida social e profissional da pessoa e desencadeando o que podemos chamar de fobia. Além de ansiedade e de várias fobias, o portador da síndrome do pânico, também teme frequentar lugares cheios demais ou muito fechados, onde não dê para fugir se ele precisar de ajuda imediata, desenvolvendo a fobia conhecida como agorafobia.

Muitas pessoas não possuem paciência com o fóbico, e podem interpretar seu comportamento como sendo sinônimo de fraqueza ou ainda tê-lo como alguém medroso, inseguro, tímido ou fraco. Atitude esta que não deve ser tomada por conhecidos e parentes próximos de quem apresenta a síndrome que devem se mostrar compreensivos e incetivá-lo a buscar ajuda médica e psicológica.

Além de mostrar que ele não deve sentir em momento algum vergonha da síndrome, mas sim conscientizá-lo de ela é algo passível de ocorrer com qualquer pessoa, e quanto mais cedo for tratada, mais rápido ele manterá controle sobre ela. Um dos principais causadores da síndrome do pânico é o stress, sóbpara se ter uma idéia, ele é o culpado por 80% das crises de panico. Outro fator são as drogas, até bebidas como os energéticos, estimulantes do sistema nervoso, e drogas ilícitas, abuso de medicamentos, doenças físicas, drogas ou álcool,reação a um, stress,situação difíci e predisposição genética

Para o tratamrnto da síndrome do pânico e suas sequelas, os medicamentos mais utilizados são os antidepressivos ou ansiolíticos, combinados a um tratamento psiquiátrico, para acabar com os efeitos físicos, provocados pelo desequilíbrio bioquímico. Acompanhados de Psicoterapia Comportamental e cognitiva. O tratamento mais usual para tratar o transtorno e reabilitar o paciente para a sua vida normal é a psicoterapia comportamental e cognitiva. Com ela, a síndrome do pânico mostra bom prognóstico: cerca de 70 a 90% de recuperação.

A psicoterapia ajuda a trabalhar a ansiedade, as fobias e mudar a atitude da pessoa perante a doença. O entrosamento e a vontade de se curar do paciente é fundamental para o tratamento da sindrome do panico. Pode ser necessário também iniciar um tratamento psiquiátrico, com antidepressivos e ou ansiolíticos, para acabar com os efeitos físicos, provocados pelo desequilíbrio bioquímico.

Por Malanny Serejo

1 Estrela2 Estrela3 Estrela4 Estrela5 Estrela (Ainda sem avaliação)

Deixe um comentário