Tipos de próteses de silicone

silicone

Muitas mulheres sonham e ter os seios mais rígidos, maiores, bonitos e modelados e apostam nas próteses de silicone.

Atualmente, o implante mamário é sem dúvida nenhuma o procedimentos estético mais procurado e realizado entre 2007 e 2008 no Brasil, de acordo com dados da pesquisa realizada recentemente pelo Instituto DataFolha e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

O silicone tanto pode corrigir alterações estéticas nos seios, quanto aumentá-los de tamanho.

Atualmente existem várias próteses novas no mercado


1- Década de 60
Época das primeiras próteses utilizadas para aumento de mama, que eram feitas de silicone líquido e material sintético (Dacron) e todas redondas. Eram mais duras e consistentes devido ao Dacron presente na cápsula da prótese (camada mais externa).

2- Décadas de 70 e 80
Época das primeiras próteses introduzidas em larga escala no mercado e amplamente utilizadas nos EUA. Ao invés da cápsula de Dacron, passou-se a utilizar a de silicone mais fino, que ajudou a deixar as próteses mais macias.

Além do formato redondo, começou também a se ver no mercado o formato anatômico (gota). Como o silicone interno era líquido, como na primeira geração, começaram a aparecer as primeiras complicações. Isso porque após oito anos de uso, verifica-se o rompimento e espalhamento do silicone.

Devido às complicações com essas próteses, o governo dos EUA, juntamente com o órgão que controla alimentos e remédios, o FDA, proibiram o uso da prótese de silicone no final da década de 80 no país.

3- Década de 90
A consistência do silicone interno passou por uma revolução. Assim, a cápsula passou a apresentar mais camadas, com menor risco de rompimento, e o silicone ficou menos líquido e mais gelatinoso. No caso de rompimento da prótese, o risco do gel se espalhar era menor. Também começou nessa fase o desenvolvimento de novos formatos.

4- Final da década de 90 até 2004
O número de camadas da cápsula aumenta e, com isso, o risco de rompimento diminui ainda mais. Começou a ser fabricado o silicone coesivo, semelhante a uma gelatina que não se espalha e tem consistência macia.

Houve o desenvolvimento também de novos formatos anatômicos e o conceito da abordagem “individualizada” na escolha da prótese – a escolha era feita de acordo com o volume, formato, largura, altura e projeção para cada tipo de tórax, pele e formato de mama, entre outros fatores. Havia 12 modelos.

5 – A partir de 2005
Foram realizadas significativas mudanças na camada externa das próteses, associadas à elaboração de um silicone coesivo mais macio e natural. Foi desenvolvida a camada Biocell, que é um tipo especial de revestimento texturizado já usado nas outras gerações, mas que funciona como um “velcro”, promovendo maior aderência da prótese nos tecidos internos (glândula, gordura e músculo) e evitando o deslocamento da prótese e inibindo o endurecimento.

Nessa última geração existe uma camada intermediária no revestimento da prótese que evita vazamentos. A nova tecnologia também impede que o silicone vaze ou escorra e, além desses fatores, há uma infinidade de modelos e tamanhos para o uso “personalizado”.

fonte:  r7

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