Dieta do Miojo Milagroso – Prós e Contras

Miojo japonês para emagrecer?

Quem não gostaria de perder alguns quilinhos? Pois é, muitas pessoas vivem pesquisando dietas e novos alimentos que prometem eliminar gorduras facilmente e em pouquíssimo tempo. Mas será que todas essas facilidades contêm somente benefícios? É sobre isso que questionamos ao observar a popularidade da nova dieta do “miojo japonês”.

Após uma celebridade americana confessar que havia perdido alguns quilos apenas consumindo o tal miojo que faz milagres, muitas pessoas no mundo todo tomaram conhecimento sobre o produto e apostarem nele para emagrecer. Tudo bem, o fato de emagrecer sem sacrifícios é convidativo, mas essa dieta tão restritiva faz mesmo bem à saúde?

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O famoso macarrão japonês possui alguns itens ao seu favor, como o fato da possuir quase zero na percentagem de calorias, nada de glúten e carboidratos. A quantidade de 200g desse miojo carrega apenas 10 calorias, enquanto o normal, na mesma porção, contém 700 cal. O tal miojo só leva esse nome devido à sua aparência, por na composição ele se difere totalmente do tradicional. O macarrão “emagrecedor”, é feito com konjac, um tubérculo muito usado no Japão, além de ter 97% de água e 3% da fibra glucomanan. Quando colocada em contato com a água essa fibra aumenta de volume, ocupando todo o estômago, causando a sensação de saciedade. Essa fibra, segundo estudos, também auxilia no controle da pressão arterial, colesterol e diabetes.

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Mas como nem tudo são flores na vida, o miojo milagroso também possui seus defeitos. O consumo deste macarrão não deve ocorrer por um longo período, já que ao fazer dele sua única refeição a pessoa perde muitos nutrientes. A massa também não possui gosto algum, por isso deve-se combiná-la com legumes e verduras. Adicionando o molho shoyu o sabor tende a ficar mais agradável. Mas é essencial que exista essa combinação de alimentos com o miojo, caso contrário o seu consumo pode ser muito prejudicial à saúde, causando anemias e demais deficiências no organismo.

 

Por Ingrid de Castro.