Ronco – Tratamento

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Desagradável e muitas vezes constrangedor, o ronco literalmente tira o sono das pessoas. Isso para quem ouve. Porque, quem sofre da doença, obviamente, não percebe o “barulho” que faz ao dormir. E menos ainda, o quanto é praticamente insuportável dormir ao seu lado. Alguns podem até considerar o ronco como algo normal e corriqueiro, que não mereça tanta importância… O que não deveriam, pois ele é sim, considerado como doença. Que dificulta bastante o bom convívio – e as noites de sono – familiar. Sem contar, que o distúrbio é também uma das maiores causas de desavença nos casamentos.

Produzido durante o sono, o ronco é um ruído que se manifesta quando existe alguma obstrução (parcial ou total) das vias aéreas. Quando isso acontece, o ar respirado causa uma forte vibração no palato e na faringe, resultando no incômodo som. Que pode chegar aos, pasmem, 70 ou 80 decibéis! Equivalente, por exemplo, ao barulho do escapamento aberto de uma motocicleta.

A doença pode ter diferentes causas: pela posição da pessoa ao deitar; adenóides muito grandes e amígdalas; tumores; rinites; desvio de septo;  hipertrofia dos cornetos e pólipos nasais; ou ainda consumo exagerado de álcool e medicamentos calmantes; até mesmo obesidade.

Patologia séria, o ronco pode trazer sérios danos à saúde. Que vão desde pequenas interrupções na respiração – ocasionadas pelo fechamento parcial das vias aéreas superiores -, à conseqüências mais graves, como problemas cardíacos, sonolência constante, baixo rendimento intelectual, cansaço e irritabilidade.

O tratamento do ronco é individualizado, e vai depender da causa do problema, que podem ser de várias origens. Com isso, os profissionais indicados para tratar o problema são os pneumologistas, otorrinolaringologistas, neurologistas, psiquiatras ou mesmo pediatras (especializados em sono, credenciados pela Sociedade Brasileira de Sono).

Antes de iniciar o tratamento para o ronco, é solicitado, em algumas ocasiões, um exame chamado Polissonografia, para auxiliar o diagnóstico. Os tratamentos vão desde os mais simples, como recomendar que o roncador passe a dormir de lado; medicações anti-alérgica, cirurgia, ou sessões de fonoaudiologia para corrigir vícios na respiração (em casos de ronco produzido por adenóides e amígdalas); até a prescrição de perda de peso. Nos casos de pessoas que, além do ronco, possuem obesidade.

Por Malanny Serejo

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